Nesta segunda parte da nossa conversa com Pedro Silveira, o Clover, a trajetória do tatuador ganha outra dimensão: a de quem transformou anos de prática em conhecimento para dividir.
Pedro começou a tatuar na garagem da casa da mãe. Vieram o estudo, os erros, os clientes e os projetos cada vez maiores. Hoje, é especialmente conhecido pelos fechamentos e pelas coberturas, trabalhos em que o desafio técnico encontra histórias muito pessoais.



“Quando você consegue transformar aquilo em algo que a pessoa volta a ter orgulho de mostrar, existe um impacto emocional muito grande”, conta. Para ele, ouvir o cliente e conquistar sua confiança fazem parte do trabalho tanto quanto executar bem a tatuagem.
Essa atenção também está presente no papel de mentor. Depois de aprender muita coisa por conta própria, Pedro decidiu compartilhar o que sabe sobre técnica, atendimento, posicionamento e gestão. As mensagens que mais o emocionam vêm de alunos que conseguiram trabalhar com tatuagem e sustentar suas famílias.




Entre clientes que viajam para encontrá-lo, alunos em outros países e convites para atuar como jurado, Pedro continua olhando para o que ainda pode aprender. Ao tatuador que está começando, deixa um conselho simples:
“Faça um trabalho que você consiga defender daqui a dez anos.”

Para conhecer os projetos de tatuagem de Pedro e acompanhar seu trabalho como mentor, siga @cloversilveira.




A história de Pedro Silveira tem muitos capítulos, e esta é apenas uma parte dela. Por trás dos trabalhos que hoje levam o nome Clover para outros países, existe o tatuador que começou na garagem da casa da mãe, estudou, enfrentou erros e descobriu, com o tempo, que queria construir uma carreira capaz de abrir caminhos também para outras pessoas.
Na primeira matéria que publicamos sobre Pedro no Tattoo2me, você pode conhecer essa trajetória com mais calma. Ele fala sobre o início na tatuagem, a relação que construiu com as coberturas e os grandes fechamentos, a confiança dos clientes, a experiência de trabalhar fora do Brasil e o que aprendeu ao formar novos tatuadores.
Vale ler as duas matérias e depois visitar o Instagram @cloversilveira para ver os trabalhos que fazem parte dessa história. Para nós, foi um prazer voltar a conversar sobre Pedro, desta vez olhando com mais atenção para o encontro entre o artista que transforma tatuagens e o mentor que ajuda outros profissionais a encontrar seu próprio caminho.

