Conhecido como Felipini Tattoo, Bruno Felipini começou a tatuar em 2018 e construiu uma trajetória marcada pela influência do hip-hop, pela especialização em Whip Shading, pelo Realismo Preto e Cinza e pela criação de tatuagens que respeitam a anatomia e a história de cada cliente. Hoje, o artista atende em Curitiba e reúne parte de seu portfólio no site Felipini Tattoo.
Quando comecei a pesquisar a trajetória de Bruno Felipini, tatuador em Curitiba conhecido como Felipini Tattoo, percebi que seria impossível falar sobre seu trabalho destacando apenas um estilo. Sua identidade foi construída pelo encontro entre o Realismo Preto e Cinza, o Whip Shading, o Lettering, o Fine Line, o graffiti e a cultura hip-hop. São técnicas e influências diferentes, mas que se complementam na criação de tatuagens personalizadas, pensadas especialmente para a anatomia e a história de cada cliente.
Para quem está procurando um tatuador de Realismo em Curitiba, um profissional especializado em Whip Shading, um artista que trabalhe com Lettering personalizado ou alguém capaz de combinar imagens e letras em uma composição exclusiva, vale conhecer o portfólio de Bruno Felipini. Em seu site oficial, o artista apresenta parte dos trabalhos desenvolvidos ao longo de quase oito anos de experiência com a tatuagem.

Como jornalista, gosto de entender o que existe antes da imagem final. Quero conhecer as referências, as escolhas, os desafios e as experiências que ajudaram cada tatuador a desenvolver sua própria linguagem. No caso de Bruno, sua história começa muito antes da máquina de tatuagem. Ela passa pelos desenhos feitos durante a infância, pelo graffiti, pelas letras, pela formação em Design, pelo trabalho com Marketing e pelo desejo de construir uma carreira independente através da arte.
Nesta entrevista exclusiva ao Tattoo2me, Bruno Felipini fala sobre sua trajetória profissional, explica seu processo de criação e mostra o que diferencia uma tatuagem apenas bem executada de um trabalho realmente memorável. Também conversamos sobre atendimento humanizado, projetos anatômicos, tatuagens em peles claras e escuras, grandes fechamentos, convenções, premiações e os próximos passos de sua carreira.
Se você chegou até esta matéria pesquisando por tatuador em Curitiba, tatuagem realista em Curitiba, tatuagem em Preto e Cinza, Fine Line, Lettering ou Whip Shading, esta entrevista é uma oportunidade de conhecer o profissional por trás de cada projeto. Além de acompanhar sua história, você pode acessar o site do Felipini Tattoo para conferir seus trabalhos e encontrar os canais de atendimento.
A trajetória de Bruno Felipini na tatuagem começou a partir de uma descoberta aparentemente despretensiosa durante a faculdade. O que ele ainda não imaginava era que a arte se tornaria seu principal ofício, abriria caminhos para o empreendedorismo e proporcionaria conquistas dentro e fora dos estúdios.
Também conhecido como Felipini Tattoo, Bruno desenvolveu uma identidade que aproxima universos presentes em sua vida desde a infância: as letras, o graffiti, a cultura hip-hop e o interesse pela arte na pele. Essa combinação aparece em trabalhos que unem Realismo Preto e Cinza, Lettering, Fine Line e Whip Shading.
Atualmente, quem procura um tatuador em Curitiba pode conhecer o trabalho do artista, conferir seu portfólio e entrar em contato para desenvolver uma tatuagem exclusiva. Nesta entrevista ao Tattoo2me, Bruno Felipini conta como começou, relembra os desafios da carreira e explica por que uma tatuagem memorável precisa reunir técnica, conceito e uma experiência verdadeiramente humana.

Bruno, para quem está conhecendo seu trabalho agora, quem é Bruno Felipini e como a tatuagem entrou na sua vida?
Olá, muito prazer! Eu sou o Bruno Felipini, também conhecido como Felipini Tattoo. Comecei a minha trajetória na tatuagem em meados de 2018 e 2019. Meu primeiro contato foi na época da faculdade, através de um trabalho estudantil, e eu mal sabia que o que começou como um desejo despretensioso se tornaria o meu principal ofício, no qual a arte me proporcionou diversas conquistas.
Você começou a tatuar em 2018. Como era o Bruno daquele início e o que mais mudou no artista que você se tornou hoje?
O meu início foi um pouco complicado, rsrs. Eu desenhava desde criança, principalmente letras, pois fui fortemente influenciado pelo graffiti e pela cultura hip-hop.
Na adolescência, eu até cheguei a visitar alguns estúdios de tatuagem, pois sempre gostei da cultura underground e já naquela época pretendia me tatuar quando completasse a maioridade. Porém, nem imaginava que anos depois me tornaria tatuador. Eu acreditava, naquela época, que era algo impossível. É muita responsabilidade eternizar alguma coisa na pele de outra pessoa.
Em 2018, quando comecei, eram outros tempos. A tecnologia ainda não era tão avançada e, para um iniciante naquela época, existiam barreiras maiores do que hoje em dia. Eu sempre tive destreza para o ofício, porém me autossabotava muito. Inspirava-me em artistas renomados e me frustrava por não conseguir atingir a perfeição nos meus trabalhos.
Quando olho as fotos das minhas primeiras tatuagens hoje, quase oito anos depois, vejo que os meus primeiros trabalhos nem eram tão ruins assim, hahaha. Eu já comecei tatuando em um nível acima da média. Acredito que havia um fator psicológico, pois eu já entendia a responsabilidade que carregaria ao ingressar na profissão que mudaria a minha trajetória.
O Bruno de hoje é completamente diferente. Com toda a experiência que obtive durante esses anos, tatuar se tornou algo natural. Domino o processo do início ao final, com calma, paciência e dedicação a cada traço, buscando a perfeição e a excelência no resultado final.
Essa evolução pode ser observada nos projetos publicados no portfólio de Bruno Felipini, que reúne trabalhos desenvolvidos em diferentes técnicas e momentos de sua carreira como tatuador.
Em que momento percebeu que a tatuagem deixaria de ser apenas uma descoberta e se tornaria sua profissão?
Eu acredito que sempre tive o espírito empreendedor. Antes de me dedicar apenas à tatuagem, trabalhei como designer e marketing specialist e já estava cansado da vida no escritório. Havia pouco reconhecimento e pouca remuneração.
Vi na tatuagem a possibilidade de ser dono do meu próprio futuro e construir algo que realmente fosse meu. Usei todo o conhecimento adquirido na minha formação em Design para estruturar meu próprio negócio. As pessoas ao meu redor percebiam a minha vontade de empreender e sempre me falavam para tomar a iniciativa.
Aí veio a pandemia. Nesse período, comecei a estruturar a ideia. Em 2020, eu estava no meu último emprego com carteira assinada. Em 2021, abri meu primeiro estúdio e, desde então, vivo única e exclusivamente da minha arte.

Seu trabalho passa pelo Realismo Preto e Cinza, Lettering, Fine Line e Whip Shading. Como essas técnicas entraram na sua trajetória?
No início da minha carreira, eu tinha um pouco de dificuldade em trabalhar com agulhas Magnum. Então, dediquei muito tempo a aprimorar minhas técnicas de sombreamento com agulhas de traço. Acredito que tanta experimentação me tornou um especialista na técnica do Whip Shading.
Não demorou muito para eu entender que, para trabalhar com Magnum, o conceito era o mesmo. Logo perdi o medo e comecei a desenvolver minhas primeiras tatuagens com estética realista.
No Realismo, utilizo uma grande gama de técnicas e agulhas para criar texturas, preenchimentos e contraste de linhas. O Fine Line é uma delas. Então, uma coisa foi puxando a outra, haha.
Já o Lettering foi um pouco diferente. Como eu desenhava letras para graffiti desde pequeno, quando entrei na faculdade tive uma matéria de Tipografia com um professor chamado Jackson Alves, que é um grande calígrafo nacional. Comecei a estudar letras com mais profundidade, com a finalidade de desenvolver logotipos únicos e identidades visuais.
Quando ingressei na tatuagem, eu já tinha essa familiaridade com as letras. Em diversos momentos da minha vida, elas sempre estiveram presentes. Eu até me emociono ao fazer esse retrospecto, pois desenhar letras sempre foi uma paixão que herdei da minha família junto com o hip-hop.
Entre esses estilos e técnicas, quais você considera que mais representam sua identidade artística atualmente?
Atualmente, acredito que o Realismo é o grande diferencial do meu trabalho. A especialidade em Whip Shading me traz facilidade para criar diversos tipos de texturas. O Lettering me dá o poder de criar composições únicas, unindo imagens e letras e trazendo o real sentido da minha arte.
A união entre tatuagem realista, sombras produzidas com Whip Shading e composições de Lettering tornou-se um dos elementos centrais da identidade de Felipini. No site felipinitattoo.com.br, é possível conhecer parte desses projetos e observar como técnicas diferentes são combinadas em cada composição.
Existe alguma característica que você acredita que faz alguém olhar para uma tatuagem e reconhecer o seu trabalho?
Com certeza. O meu estilo de letras é específico. Eu prezo muito pela legibilidade das minhas letras, ao contrário de outros artistas que prezam apenas pelo impacto visual. A utilização do Whip Shading nessa combinação também traz esse aspecto característico ao meu trabalho.
Mas, no geral, no dia a dia do estúdio, busco satisfazer a vontade do cliente da maneira mais artística e original possível. Muitos tatuadores optam por fazer apenas um estilo específico, buscando se tornar referência em uma única coisa. Eu escolhi o sentido oposto.
Eu me capacito todos os dias para executar o máximo possível de estilos de tatuagem, com excelência em todos eles. Acredito que estou no caminho certo, dentro do meu propósito na arte.
A cultura hip-hop aparece como uma influência importante na sua identidade. Como o hip-hop, o graffiti, as letras e a cultura de rua influenciaram sua formação como artista?
Acredito que a minha identidade está totalmente atrelada a isso. Faz parte de quem eu sou. O hip-hop é uma cultura que valoriza a atitude e que conscientiza, e isso moldou o meu caráter.
Todos os valores que carrego na arte e a preocupação que tenho em melhorar a autoestima das pessoas vêm disso. Não é apenas sobre dinheiro, é sobre transformar positivamente a vida de outro indivíduo.
Além de ser tatuador, eu sou tatuado. Eu já era apaixonado pela arte na pele antes de começar a tatuar e tive algumas frustrações com profissionais que me tatuaram. Quando me tornei tatuador, sempre me preocupei muito em não repetir aquelas condutas que não me agradaram enquanto cliente.
Acredito que esse seja o meu diferencial máximo. Além de ser um excelente artista e tatuador, faço um atendimento humanizado e consciente. Acabo sempre criando relações que ultrapassam as barreiras da arte.
É uma sensação inexplicável ver a felicidade da pessoa ao final do procedimento e ouvir do cliente: “Nossa, ficou muito melhor do que eu pensei que ficaria”. A frequência com que isso acontece só me mostra, cada vez mais, que estou construindo uma carreira sólida, com muito amor e respeito pela arte, e que o reconhecimento está cada dia mais evidente.

Você já foi premiado em competições e convenções de tatuagem. Quais foram os principais prêmios e reconhecimentos da sua carreira e o que eles representaram para você?
Eu tenho uma opinião um pouco forte em relação às convenções. Depois da pandemia, surgiram inúmeras convenções de tatuagem presenciais e online, e prêmio se tornou um comércio lucrativo.
Mesmo estando ciente disso, em 2025 participei da minha primeira convenção presencial, a fim de me testar. Queria tirar a dúvida sobre se realmente poderia me considerar um artista de referência no estilo. Logo de cara, conquistei o primeiro lugar na categoria Whip Shading.
Alguns meses depois, participei de outra convenção presencial e repeti o feito, levando o segundo prêmio consecutivo na categoria. Hoje, tenho convicção de que só não ganho mais prêmios porque não participo frequentemente de convenções, hahaha.
Até o final do ano, pretendo participar de mais uma ou duas convenções, para sair da rotina e gerar um conteúdo diferente para o pessoal que me acompanha.
Fora do mundo da tatuagem, já recebi premiações na faculdade como melhor aluno e fui o ganhador do primeiro Prêmio +Design da Unicuritiba.
Um acontecimento que marcou a minha carreira foi ter tatuado o rapper Predella, do grupo Costa Gold, de quem sou fã desde a adolescência. Isso, para mim, valeu mais do que todos os prêmios que já ganhei, pois simboliza até onde o meu trabalho chegou: até um artista do hip-hop nacional. Foi uma vivência muito bacana, com pessoas especiais.
Qual foi um dos trabalhos mais desafiadores que você já realizou tecnicamente? Por quê?
Acredito que sejam dois fechamentos que estão em processo e ocupam toda a parte frontal do corpo. Tatuar barriga, costelas e peito envolve regiões sensíveis e demoradas, que exigem precisão e muito planejamento.
Existe alguma tatuagem que tenha marcado sua carreira pela história do cliente ou pelo significado daquele projeto?
Existem diversas, por muitos motivos. A tatuagem que mencionei anteriormente, do Predella, talvez seja a principal.
Outra que também é muito simbólica é um fechamento frontal do Coxa que estou fazendo no vice-presidente da principal torcida organizada do Coritiba. Tenho convicção de que esse projeto terá um alcance absurdo quando estiver finalizado.
Estou ansioso para terminá-lo, mas precisamos respeitar o processo. Até o momento, já foram pelo menos seis sessões.
Quando uma pessoa chega até você apenas com uma ideia ou algumas referências, como funciona o processo até transformar aquilo em uma tatuagem exclusiva?
Primeiramente, analiso o desejo do cliente, se ele busca um projeto de qualidade comercial ou se deseja algo mais exclusivo, que chamo de tatuagem artística.
Quando o cliente opta por uma tatuagem artística, marco um dia para nos encontrarmos presencialmente e realizarmos uma pesquisa aprofundada de imagens de referência. Se for necessário, desenho à mão. Testamos encaixes até decidirmos a melhor opção, tiro todas as medidas da região que será tatuada e construo a arte dentro da anatomia corporal do cliente.
Esse processo é até mais importante do que tatuar, pois é nele que definimos as diretrizes que tornarão o projeto capaz de superar as expectativas.
A criação de uma tatuagem personalizada não começa na aplicação, mas na escuta. É a partir do significado, das referências, das dimensões do corpo e das expectativas de cada cliente que o artista constrói um projeto realmente exclusivo. Quem deseja apresentar uma ideia a Bruno pode acessar o site do Felipini Tattoo e encontrar os canais para conversar diretamente com ele.
O que você observa na anatomia, na pele e no local escolhido antes de definir composição, tamanho e posicionamento de uma tatuagem?
Primeiramente, avalio a musculatura. Cada pessoa tem um formato anatômico diferente e é importante analisar isso antes da produção do projeto final.
A cor da pele também é importante. Em peles mais claras, é possível atingir mais escalas tonais. Em peles mais escuras, deve-se trabalhar com mais espaços de pele, menos tons e contrastes mais elevados.
Também faço um questionário com o cliente para saber se ele já tem tatuagens grandes e conhecer melhor a sua resistência. Assim, consigo montar um planejamento e criar uma expectativa de quantas sessões serão necessárias para aplicar o projeto com qualidade.


Para você, o que diferencia uma tatuagem tecnicamente bem executada de um trabalho realmente memorável?
Uma tatuagem bem aplicada é o mínimo que todo tatuador deveria fazer. Infelizmente, nem todos são profissionais. Por isso, ter um trabalho bem executado já coloca o artista acima da maioria.
Um trabalho memorável é aquele que, além da técnica de aplicação, possui conceito artístico, perspectiva, primeiro, segundo e terceiro planos. É executado com excelência do início ao final, como se fosse uma peça produzida para uma competição.
É isso que tento fazer no dia a dia do estúdio. Toda tatuagem que faço recebe a mesma dedicação que teria se estivesse sendo produzida para uma competição. Todos merecem viver a experiência de carregar uma arte de verdade na pele.
Como tem sido construir seu nome e sua carreira como tatuador em Curitiba?
É uma batalha constante. Curitiba é uma cidade que possui muitos bons artistas, mas, nos últimos anos, tenho convicção de que o meu nome conquistou grande relevância no cenário local.
Recebo diariamente mensagens de outros artistas elogiando meu trabalho. Pessoas que são minhas referências reconhecem os resultados que venho obtendo e, principalmente, o feedback dos clientes é sempre muito positivo. Tenho muito orgulho disso.
Em uma cidade com uma cena de tatuagem diversa e competitiva, construir autoridade exige mais do que visibilidade. A consistência dos projetos, a evolução técnica e as indicações dos clientes ajudaram Bruno Felipini a fortalecer seu nome entre os profissionais da tatuagem em Curitiba.
Para alguém que está procurando um tatuador em Curitiba e encontra seu trabalho pela primeira vez, o que você gostaria que essa pessoa soubesse sobre você e sobre a experiência de ser tatuada por você?
Gostaria que essa pessoa soubesse que sou um profissional dedicado, que investe em conhecimento e está sempre procurando evoluir artisticamente.
Invisto pesado nos melhores materiais do mercado. Hoje, conto com o que existe de mais tecnológico em máquinas, pigmentos e demais produtos para tatuagem.
E o principal é o atendimento humanizado, no qual o profissional entende a complexidade do procedimento e busca utilizar todos os recursos possíveis para tornar a experiência mais tranquila durante o processo.
Ofereço um ambiente aconchegante e estruturado, com um profissional capacitado para transformar a sua tatuagem em uma lembrança inesquecível.
Para quem pesquisa por tatuador de Realismo em Curitiba, tatuagem Fine Line, Lettering personalizado ou projetos desenvolvidos com a técnica de Whip Shading, conhecer o portfólio é uma das melhores formas de entender a identidade do artista. Os trabalhos e canais de atendimento estão disponíveis em www.felipinitattoo.com.br.
Depois de todos esses anos dedicados à tatuagem, o que ainda o desafia artisticamente?
Acredito que seja como subir uma escada: quando você vai chegando perto dos últimos degraus, vai ficando mais difícil, hahaha.
Acredito que o Realismo Colorido seja talvez o nível mais alto da tatuagem quando se trata de complexidade. Estou empenhado em me aprimorar nesse estilo. É o único que ainda não domino completamente.
Talvez não seja por questões técnicas, mas pela dificuldade de encontrar pessoas que suportem o processo completo em uma única sessão. Em fechamentos de Realismo Colorido, muitas vezes é necessário tatuar durante dois dias consecutivos. Encontrar pessoas que suportem o processo é difícil, pois é preciso ter uma resistência muito acima da média.
Quais são os próximos passos da sua carreira? Existe alguma conquista, projeto ou objetivo que você ainda deseja realizar dentro da tatuagem?
Neste momento, gostaria de fazer algumas viagens, tatuar em outros estados e até em outros países, nos chamados guest spots.
Também estou tendo a oportunidade de tatuar outros artistas do hip-hop nacional, mas ainda não quero dar esse spoiler, rsrs.
Quando se trata de competição, gostaria de participar da Tattoo Week, um evento que reúne alguns dos melhores artistas de nível nacional. Quem sabe conquistar um prêmio que elevaria meu patamar de artista de relevância regional para especialista de nível nacional.
Onde as pessoas podem conhecer seu portfólio, acompanhar seus novos trabalhos e entrar em contato para desenvolver um projeto com você?
Atualmente, é possível acompanhar meu dia a dia e parte do meu portfólio no Instagram, pelo perfil @felipinitattoo, e através do meu site, www.felipinitattoo.com.br.
Tanto no Instagram quanto no site, você encontra com facilidade os botões para falar pessoalmente comigo pelo WhatsApp, no número +55 41 99807-2192.
Será um prazer desenvolver um projeto artístico exclusivo para você!


Conheça o trabalho de Bruno Felipini em Curitiba
Do primeiro contato com a tatuagem durante a faculdade à conquista de dois prêmios consecutivos em Whip Shading, Bruno Felipini construiu sua carreira aproximando técnica, identidade e propósito.
A influência das letras, do graffiti e do hip-hop permanece presente nas composições, assim como o cuidado em desenvolver projetos que respeitem a anatomia e a individualidade de cada pessoa.
Se você procura um tatuador em Curitiba para criar uma tatuagem em Realismo Preto e Cinza, Whip Shading, Lettering, Fine Line ou um projeto artístico que combine diferentes técnicas, visite o site oficial de Bruno Felipini, conheça o portfólio e entre em contato para apresentar sua ideia.
Depois desta conversa, entendo que conhecer o trabalho de Bruno Felipini é também conhecer uma trajetória atravessada por diferentes formas de arte. As letras desenhadas durante a infância, o graffiti, a cultura hip-hop, a faculdade de Design, a Tipografia e a experiência com Marketing ajudaram a formar o tatuador que ele se tornou.
Hoje, Bruno reúne essas referências em trabalhos de Realismo Preto e Cinza, Whip Shading, Fine Line e Lettering em Curitiba. Sua proposta não é apenas reproduzir uma imagem sobre a pele, mas desenvolver uma composição capaz de respeitar o corpo, representar a ideia do cliente e continuar visualmente forte ao longo do tempo.
Em um mercado com tantos estilos, referências e profissionais, escolher um tatuador exige pesquisa. É importante observar a qualidade técnica, a consistência do portfólio, os materiais utilizados, o espaço de atendimento e, principalmente, a disposição do artista para compreender o que o cliente deseja.
Por isso, se você está procurando um tatuador em Curitiba especializado em Realismo, deseja fazer uma tatuagem em Preto e Cinza, procura um trabalho de Whip Shading premiado, quer desenvolver um Lettering personalizado ou possui uma ideia que combina letras e imagens, recomendo conhecer o trabalho de Bruno Felipini.
No portfólio do Felipini Tattoo, você pode conferir seus projetos, conhecer melhor sua identidade artística e encontrar os botões de contato para conversar diretamente com o tatuador. Bruno atende em Curitiba e desenvolve desde tatuagens menores até projetos autorais de grande proporção, incluindo fechamentos que podem precisar de planejamento e diversas sessões.
Quem deseja criar uma tatuagem exclusiva em Curitiba pode entrar em contato pelo site www.felipinitattoo.com.br, pelo Instagram @felipinitattoo ou pelo WhatsApp +55 41 99807-2192.
Esta matéria faz parte do trabalho do Tattoo2me de documentar trajetórias, valorizar artistas e ajudar pessoas a encontrarem profissionais de tatuagem. Depois de conhecer a história de Bruno Felipini, o próximo passo é visitar seu site, explorar o portfólio e descobrir se a linguagem do artista combina com a tatuagem que você deseja levar para a pele.

